Tocha passeia de bike em São Lourenço do Sul
- 7 de jul. de 2016
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São Lourenço do Sul recebeu a Tocha Olímpica na manhã desta quinta-feira, quando a comunidade lotou as ruas para ver o símbolo dos Jogos passar. No total 17 pessoas participaram o Revezamento da Tocha Olímpica por cerca de 6km, entre elas, três ciclistas. E claro, ela passeou pela cidade de bike.
O revezamento começou no Largo Laura Abreu. No local, três estudantes selecionados em concurso de redação receberam o símbolo olímpico: Thiago Elias, Luise Pereira e Tobias Renan Heller Peglow. Thiago é ciclista e junto aos colegas passou a Tocha para a primeira condutora, a irmã, Bruna Elias, ciclista com títulos no Mountain Bike Gaúcho, Brasileiro e prata no Pan-Americano. Bruna percorreu os 200m com a Tocha acompanhada dos estudantes e não escondia a alegria, com um largo sorriso.

Ciclista fundador da União Lourenciana de Ciclistas (ULC), figura atuando no esporte de toda a região, Dirceu Hartwig foi a condutor que por mais tempo levou a Tocha. De bike, ele percorreu 2km na orla da praia com o símbolo dos jogos, um percurso longo de muitos aplausos e um sorriso no rosto do ciclista que ficou por quase meia hora na condução da Tocha pelos cartões postais de São Lourenço do Sul.
O Revezamento seguiu pela cidade até a chegada na praça Dedê Serpa, onde a cerimônia foi encerrada. O último condutor foi Enos Guilherme Ziebell, aos 84 anos, ex-atleta de várias modalidades que por muito tempo organizou e dirigiu as Olimpíadas Municipais. No percurso do Revezamento, os lourencianos André Marcelo Hartwig (Xará) e Luciano Moraes da Silva, ambos maratonistas, também tiveram a honra e conduzir o símbolo dos Jogos.
Os depoimentos dos ciclistas

Thiago Elias – É uma sensação inexplicável poder acender a Tocha, até por ser algo inédito para nós no Brasil e eu ser uma das poucas pessoas que teve a Tocha nas mãos. Impressionante ver e sentir esse espírito de esporte e felicidades das pessoas.

Bruna Elias – Não tem explicação. Estava com a Tocha e todo mundo gritando Bruna, me chamando, tirando foto, aplaudindo. Quando me passaram a Tocha, olhei e me arrepiei. Pensei, não acredito que estou com um símbolo olímpico nas mãos. A corrida passa muito rápido, mas é um sentimento que vai ficar para sempre no coração. Passa rápido mas é para sempre. Foi divertido, no ônibus, recolhendo os condutores, cada um que entrava nós gritávamos, vibrávamos e as pessoas nas ruas gritando. Se foi uma emoção conduzir a Tocha, fico imaginando se um dia conseguir ir as Olimpíadas.
Dirceu Hartwig – Sem dúvida nenhuma é uma emoção única. Poder representar o esporte lourenciano e em especial o ciclismo é uma coisa marcante, trazendo um símbolo olímpico que é símbolo da paz e aquilo que todos esperam ter. E nós tivemos a oportunidade de por alguns minutos ter em mãos. E no nosso caso do ciclismo, foi algo único. Durante aqueles 30 minutos o ciclismo teve representado através da Tocha. Foi sensacional, o máximo.
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